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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Informática Para Pessoas Especiais



As Novas Tecnologias de Comunicação e Informação (NTCI’s), em constante expansão têm proporcionado o acesso à cultura, conhecimento, lazer, como também têm permitido potencilizar as capacidades cognitivas dos sujeitos ativos participantes desse novo cenário industrial denominado de globalização. Como destacou [Galvão et al, 2002] é de extrema valia a apropriação das experiências presentes em sua cultura, para inclusão desses sujeitos nesse novo cenário social, porém, as limitações dos individuos com deficiência tendem a se tornar um barreira para esse aprendizado, devido às limitações de interação que trazem consigo o rótulo preconceituoso de “incapacidade” à esses sujeitos. Um das maneiras de superação deste problema social está no uso de ferramentas de tecnologias assistiva, que podem variar de um simples artefato adaptado, até mesmo, sofisticados sistemas computadorizados, sendo utilizado como ferramenta de apoio que propiciam a comunicação, controle do ambiente, ferramentas de aprendizagem e, meio de inserção no mundo do trabalho profissional [Galvão et al, 2002]. Essas ferramentas estão subdivididas em três categorias: adpatações físicas ou órteses - são todos os aparelhos ou adaptações fixadas no corpo do aluno e que facilitam a interação do mesmo com o computador -, adaptações de hardware - são todos os aparelhos ou adaptações presentes nos componentes físicos do computador, nos periféricos, em suas concepções e construções - e softwares especiais de acessibilidade – são programas especiais de computador que possibilitam ou facilitam a interação do aluno deficiente com a máquina. Segundo [Franco, 2002 apud Januzzi et al, 1997] existem no Brasil aproximadamente 2.198.988 pessoas portadores de deficiências que necessitam de certas especialidades no atendimento em relação às pessoas consideradas “normais” e são pessoas que querem estar entre nós, serem membros ativos de nossa sociedade e desfrutarem da vida como lhe es permitido. É fato concreto que ao encontramos meios que tornem estas pessoas produtivas, todos se beneficiam, não apenas o indivíduo em questão, mas também todos os que o cercam como um todo [Franco, 2002 apud Gates 1997]. Portanto desenvolver recursos que possibilitem a acessibilidade dos sujeitos com certas limitações fisicas ou intelectuais é uma das maneiras concretas de neutralizar as barreiras causadas pela deficiência, a que estes sujeitos estão submetidos, inserindo desta forma, esses sujeito nos ambientes ricos à aprendizagem e cultura, como também, combatendo aos preconceitos de “incapacidade”a eles rotulados, dando plenas condições de interagir e aprender, explicitando suas críticas e pensamento, possibilitando ao mesmo ser tratado com um ser “diferente-igual”.


Referências


Franco, A.M. A informática como recurso pedagógico no processo de alfabetização de crianças com necessidades educativas especiais. Florianópolis, 2002. 87f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção - área de concentração: Mídia e Conhecimento) - Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, UFSC, 2002.

Galvão, F, Teófilo A. e DAMASCENO, L.L. As novas tecnologias e as tecnologias assistivas: utilizando os recursos de acessibilidade na educação especial. Fortaleza, Anais do III Congresso Ibero-americano de Informática na Educação Especial, MEC, 2002.

Lima, R. Abreu. D, Vieira, J (2008). Informática Para Pessoas Com Necessidades Especiais. In: Seminário de Informática na Educação. Apresentação Oral, pág 1-48.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Linguagem de Programação Logo - Colocando na Prática


No sábado falei um pouco da linguagem logo, mostrando o vídeo explicativo do professor Mariano Pimentel. Para não ficar somente do discurso, segue abaixo, algumas linhas de comando usando essa linguagem de programação que geraram resultados interessantes.

sábado, 11 de junho de 2011

Linguagem Logo - Teoria e Prática

A linguagem de programação Logo foi uma tecnologia desenvolvida por Seymour Papert em 1967, voltada para o uso pedagógico com crianças e adolescentes.

A linguagem Logo vem embutida em uma filosofia da educação não diretiva, de inspiração piagetiana, em que a criança aprende explorando o seu ambiente.

Abaixo disponibilizo um vídeo do professor Mariano Pimentel que relata a origem, as forma de uso da linguagem pelo professor e quais os motivos que levaram ao abandono da linguagem  no processo de ensino-aprendizagem.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ferramentas de Disseminação da Informação


A sociedade da informação traz novas responsabilidades para todos os atores sociais nelas inseridos, devido a tecnização, informatização e globalização da sociedade contemporânea. Os conhecimentos, no cenário emergente, passam à ganhar posições de destaque, sendo a matéria prima para aquisição de valores e de poderes, provocando assim, alterações na organização dos trabalhos e nas relações inter-pessoais entre os agentes envolvidos. De acordo com o Programa Sociedade da Informação, idealizado em 1996 pelo Governo Federal, pretende-se por intermédio de serviços de computação, comunicação e informação, estruturar as bases para uma ação de alcance nacional, voltadas para sociedade civil, para a pesquisa, educação e setor econômico, com o propósito de construir uma sociedade mais igualitária. Essas ferramentas de disseminação da informação podem seguir duas vertentes: as ferramentas estática (unidirecional), onde somente um agente emite o conhecimento/informação, e aos outros - receptor(es) - cabe o papel de somente assimilá-lo tendo como exemplo de sua aplicação a televisão, rádio, websites, entre outros, e as ferramentas dinâmica (ndirecional), onde é possível haver a troca de informações e conhecimentos entre todos os agentes envolvidos no processo (autor e receptor, receptor e receptor) gerando assim uma grande cadeira batizada por Manuell Castell (1999) de “sociedade em rede”. Porém o fator chave desse programa está concentrado em uma complexa plataforma tecnológica, pela qual se espera elevar o número de cidadão conectados à Internet, possibititando, desse modo, o amplo acesso à informação, gerando assim conhecimento, e este, por sua vez, gerando ainda mais informações, dentro de uma estrutura circular virtuosa. Existe várias ferramentas que permitem a concretização da proposta do Programa da Sociedade da Informação, entre eles pode-se destacar o Blog e Wiki– permitem a comunicação assicrona entre autor(es) e leitor(es), promovendo assim, suporte a gestão dos conhecimentos através de esforços colaborativos, aumentando assim os efeitos da disseminação da informação na rede -, PodCast e VideoCast – mídia digital onde você ouve e/ou assiste seus programas preferidos onde e quando quiser de maneira síncrona ou assíncrona -, RSS, entre outos. Portanto a democratização do acesso às ferramentas de disseminação da informação, constitui-se como ferramentas potencializadoras para o desenvolvimento dos individuos, sociedades ou nações, eliminando assim, velhas barreiras espaciais e temporais que limitavam o fluxo informacional entre às sociedades.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Aparelho Celulares Pode Causar Câncer?




Esta semana uma notícia assustou muita gente. A OMS, a Organização Mundial de Saúde, anunciou que a radiação dos telefones celulares pode causar câncer cerebral em seres humanos. Assusta mesmo! Segundo os estudos, o uso do celular por mais de 30 minutos por dia, durante dez anos, aumenta em até 40% o risco de uma pessoa desenvolver um tumor cerebral. "Nos últimos 10/15 anos, o volume de radiação eletromagnética que o ser humano está sofrendo, vindo de fontes diversas, não tem precedente na história da humanidade", afirma Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica da USP.

A equipe de cientistas decidiu fazer o alerta depois de analisar estudos revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares. Foram encontradas provas suficientes para classificar a exposição às radiações do celular como "possivelmente cancerígena". Ainda que seja só um alerta, é melhor a gente começar a se cuidar. Afinal, só teremos certeza disso daqui a alguns anos. Enquanto isso, a gente pode manter o telefone celular longe da cabeça de duas formas: usando o viva voz ou um fone de ouvido. "Mas não use o fone bluetooth, que também é um elemento irradiante de energia eletromagnética", complementa o professor.

Em resposta à OMS, os fabricantes de celulares disseram que os aparelhos não causam câncer por produzirem ondas de radiação “não-ionizada”, ou seja, fracas demais para causar danos a um DNA. Só o tempo dirá quem tem razão.